quinta-feira, 16 de setembro de 2010
ARTICULAR COM A BE
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quinta-feira, setembro 16, 2010
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O Papel do Professor - Bibliotecário
INCENTIVO À LEITURA
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quinta-feira, setembro 16, 2010
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A Leitura prolonga a vida
VOU CONTINUAR A LER
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quinta-feira, setembro 16, 2010
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UM LIVRO UM AMIGO
A MAIOR FLOR DO MUNDO
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quinta-feira, setembro 16, 2010
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terça-feira, 22 de junho de 2010
FORÇA, PORTUGAL!

OS MELHORES LEITORES da Biblioteca da Escola EB1 de Atães, exibindo os Diplomas e a Bola da Selecção Nacional, autografada por Eduardo.
Será o futebol uma nova forma de arte?
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terça-feira, junho 22, 2010
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VIVA PORTUGAL
domingo, 20 de junho de 2010
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, de LEWIS CARROLL
HORA DO CONTO
EXPOSIÇÃO
RECONTO



“ Estiveste a escutar às portas…e por trás das árvores…e nas chaminés…senão não podias saber isto!”
“Mas não fiz nada disso! – disse Alice muito delicadamente – Está num livro.”
“Mas não fiz nada disso! – disse Alice muito delicadamente – Está num livro.”
In Alice do Outro lado do Espelho, cap.VI
“Quem CONTA UM CONTO corta-lhe um ponto”
À porta da biblioteca esperava pelas crianças o coelhinho branco do país da “Alice”, como podem ver na imagem. Este convidava as crianças a entrarem, a visitarem a exposição de vinte e quatro cartazes de D. Munoz, sobre o livro de Lewis Carroll, o matemático.
No passo seguinte, as crianças sentavam-se para ouvirem contar, recontar e recontarem, de igual forma, através das ilustrações de um livro, a história mágica da “Alice no País das Maravilhas”.
Para terminar, não com uma chave de ouro, mas com a terceira chave de ouro, se mo permitirem, nesta hora do conto que encerrou as actividades na BE CRE do Pico, S. Cristóvão, as crianças puderam assistir, em tamanho real, ao filme da “Alice (…)”.
BE CRE JI e 1CEB, por Teresa Soares
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domingo, junho 20, 2010
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BE CRE Pico,
S. Cristóvão
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A LEITURA LEVA-NO MAIS LONGE
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Leituras de sempre
segunda-feira, 14 de junho de 2010
OS SEGREDOS DO MAR

OS SEGREDOS DO MAR, com Walt Disney
Eu gostei muito de ler esta história. Aqui, o avô e os três patinhos foram ao fundo do mar. Lá, viram muitos e muitos peixes de diferentes espécies. Quando se sentiram cansados, ficaram em cima da água do mar. Também se divertiram muito a brincar no mar.Foram pescar, mas os peixes fugiam e escondiam-se nas ondas.
Alexandre Gomes (2º ano) EB1 do Barral (7 anos) BE CRE
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segunda-feira, junho 14, 2010
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Eu adoro LER
quinta-feira, 10 de junho de 2010
MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Luís Vaz de Camões
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quinta-feira, junho 10, 2010
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DIA DE CAMÕES e DAS COMUNIDADES

DIA 10 DE JUNHO
Portugal, meu país!
Portugal, meu país!
País onde quero ser feliz!
Portugal dos portugueses,
Portugal dos nobres e dos burgueses.
Portugal dos Pequeninos!
Portugal dos Amores,
De Pedro e Inês:
Na Quinta das Lágrimas e das Flores!
Portugal em Coimbra,
Coimbra dos doutores,
Capas Pretas e Fados!
Portugal dos Sabores…
Ao sabor do Vento!
Portugal do Sol – Poente:
Portugal de muita Gente
Portugal, é urgente,
Um país à beira-mar,
Nós queremos flutuar.
Poema a quatro mãos (Anabela Afonseca, aluna do 4º ano, e profª Teresa Soares)
BE/ CRE do Pico S. Cristóvão
Portugal, meu país!
País onde quero ser feliz!
Portugal dos portugueses,
Portugal dos nobres e dos burgueses.
Portugal dos Pequeninos!
Portugal dos Amores,
De Pedro e Inês:
Na Quinta das Lágrimas e das Flores!
Portugal em Coimbra,
Coimbra dos doutores,
Capas Pretas e Fados!
Portugal dos Sabores…
Ao sabor do Vento!
Portugal do Sol – Poente:
Portugal de muita Gente
Portugal, é urgente,
Um país à beira-mar,
Nós queremos flutuar.
Poema a quatro mãos (Anabela Afonseca, aluna do 4º ano, e profª Teresa Soares)
BE/ CRE do Pico S. Cristóvão
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quinta-feira, junho 10, 2010
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in Oficina da Escrita
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Miley Cyrus & Hannah Montana!
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quinta-feira, junho 03, 2010
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a vida de Miley Cyrus,
em Maio,
Visão Júnior retratou
terça-feira, 1 de junho de 2010
Direitos da Criança, Direitos Universais

DIA UM DE JUNHO
Este artigo é um esboço sobre direito.
Em 20 de Novembro de 1959, a ONU fez a Declaração dos Direitos da Criança, com 10 artigos:
Este artigo é um esboço sobre direito.
Em 20 de Novembro de 1959, a ONU fez a Declaração dos Direitos da Criança, com 10 artigos:
1- A criança deve ter condições para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente, com liberdade e dignidade.
2- Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade e, tanto quanto possível, o direito de conhecer os pais e de ser educada por eles.
3- A criança tem direito à alimentação,
lazer, moradia e serviços médicos adequados.
4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.
5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.
6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.
7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.
8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.
9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial,religiosa, ou de qualquer índole.
10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.
2- Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade e, tanto quanto possível, o direito de conhecer os pais e de ser educada por eles.
3- A criança tem direito à alimentação,
lazer, moradia e serviços médicos adequados.
4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.
5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.
6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.
7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.
8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.
9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial,religiosa, ou de qualquer índole.
10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org
Categorias: Direito internacional público Direitos da criança
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terça-feira, junho 01, 2010
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
À PROCURA DE UM FUTURO PERDIDO...
CONCURSO CORRENTES D´ ESCRITA
Há muitos, muitos anos atrás, num país distante, viviam três amigos: a Dona Agulha, o Senhor Tintas e o Senhor Notas.
A dona Agulha, costureira distraída, picava-se frequentemente, nunca acertava nas medidas, o que fazia com que as senhoras lhe batessem à porta, diariamente. Ela não necessitava de colares valiosos, pois tinha sempre uma fita métrica ao pescoço (mas não a sabia utilizar!!). A sua roupa estava recheada de remendos porque, quando cortava as bainhas dos vestidos das clientes, sem querer, estragava a sua roupa. Para a escolha dos tecidos pedia os conselhos ao seu amigo pintor…
O Senhor Tintas andava sempre de boina e de bata. Os seus bolsos estavam cheios de pincéis. Ele era tão desarrumado que quando pintava, tropeçava nos baldes de tinta, sujando as telas e deixando um rasto por toda a casa e por onde passava.
O maestro, o Senhor Notas, vestia um fraque preto, uma gravata vermelha e usava óculos na ponta do nariz. Já tinha dirigido várias orquestras, mas foi sempre despedido porque adormecia a meio do espectáculo. Como ele era dorminhoco, o bombo estava sempre a seu lado para o acordar.
Os defeitos dos três amigos eram tão graves que impediam que eles arranjassem emprego. Por essas razões, as senhoras recusavam os serviços da costureira; a nobreza não aceitava os retratos do pintor; todos os músicos se opunham à direcção do maestro.
Um dia, os três companheiros reuniram-se, lamentando os seus problemas. Decidiram viajar pelo mundo fora para descobrir pessoas que os aceitassem com as suas imperfeições.
Pelo caminho, pararam num território muito distante, chamado País das Meias Rotas. Este intitula-se assim, porque houve uma época em que sempre que as pessoas colocavam a sua roupa a secar, um animal desconhecido ia roer as meias, mas só as meias! Tal aconteceu durante algum tempo e como o país ainda não tinha nome, passou a chamar-se assim.
Nesse país havia muitas florestas, algumas montanhas, rios e riachos. A sua principal riqueza era a madeira, devido à grande densidade de florestas. As pessoas eram simpáticas e calmas, mas tinham um ar triste e aborrecido, pois não encontravam solução para impedir que as suas meias fossem estragadas.
Um dia, a Dona Agulha ouviu um dos habitantes a comentar o sucedido e procurou mais informações. Assim, dirigiu-se ao Rei dessa nação para lhe propor os seus serviços, pois considerava que poderia ser uma grande ajuda. Mas este, sabendo da sua fama, mostrou-se inquieto e pouco convencido. No entanto, o maestro e o pintor prometeram apoiar a colega realizando alguns trabalhos para o reino: o maestro entretinha o rei com uma música e o pintor aproveitou para pintar toda a fachada do palácio com meias coloridas para lhe provar que o seu problema não era assim tão grave.
Sabendo do seu pouco jeito na costura, a Dona Agulha lembrou-se de ir directamente à questão do problema: descobrir esse animal desconhecido para não permitir que ele continuasse a roer as meias. Como o rei estava entretido com os seus amigos, ela teria algum tempo para resolver o assunto.
Assim, a costureira encaminhou-se para a floresta e quando já estava a desistir, reparou na toca de um castor, junto ao rio com um monte de meias à entrada. Radiante, por ter descoberto o malandro, explicou-lhe a razão da sua vinda e pediu-lhe para deixar de fazer tantos estragos; em troca prometeu-lhe a oferta de todas as meias que os habitantes já não utilizavam. O castor, depois de reflectir durante algum tempo, considerou que era uma boa proposta, pois assim deixaria de ter de se esconder.
Quando regressou ao palácio, a dona Agulha informou que o problema já estava resolvido e que estaria à disposição dos habitantes para coser todas a meias rotas. A população já estava tão cansada de coser, que passou a entregar todas as suas meias à então célebre costureira. Apesar de continuar a ser muito distraída, os habitantes não se chateavam, pois ela tinha conseguido afastar o castor.
O Rei do País da Meias Rotas estava felicíssimo, pois a população estava alegre e o seu palácio nunca tinha sido tão belo. Assim, relatou as dificuldades que um país vizinho estava a passar e aconselhou os três amigos a conhecê-lo: era o País sem Cor.
Na verdade, este país só tinha como cores: o branco e o preto, até as roupas das pessoas ou a natureza, não tinham cores. Os habitantes relataram aos três amigos, que uma tempestade, com trovões e muita chuva, tinha tirado toda a cor do país.
O Senhor Tintas achou que poderia ajudar este reino que tinha um aspecto tão melancólico e que seria uma grande oportunidade para ele, desta vez, provar a todos que teria também qualidades.
A primeira dificuldade do pintor foi arranjar tintas, pois não existiam naquele país. No entanto, tinha reparado num arco-íris que não deixava o horizonte do País Sem cor, desde a terrível tempestade. Assim, solicitou ao rei o uso de um balão quente que era utilizado em dias de festa, na altura em que todos eram felizes.
Subiu até ao arco-íris e encheu todos os baldes possíveis, com as diversas cores. Aproveitando que estava nas alturas, despejou os baldes de tinta pelo céu e estas foram caindo sobre todo o território. Apesar do seu jeito tão desastrado, o pintor conseguiu devolver alegria a toda a população, enchendo o país de cor e de luz. Com isso, a natureza despertou, as flores voltaram a nascer e a encher o ambiente de vida.
O rei ficou muito admirado e agradecido pelo Senhor Tintas ter conseguido fazer tal proeza. Como recompensa, ofereceu-lhe o cargo de ministro do novo reino que acabava de nascer: O País da Cor.
Depois de tantos feitos realizados pela Dona Agulha e pelo Senhor Tintas, o maestro sentiu-se angustiado e começava a acreditar que realmente não tinha qualidades.
Foi então, que o pintor que se tinha tornado famoso, numa viagem, teve conhecimento que o Rei do País da Música estava em risco de perder o seu poder, pois a os seus habitantes tocavam e cantavam de forma desordenada, provocando grandes discórdias.
Quando o Senhor Notas soube desta história, resolveu logo viajar para esse país, para demonstrar a todos que também conseguiria vencer.
Era um país muito animado, pois todas as pessoas falavam a cantar. Toda a população tocava diversos instrumentos. No entanto, como não tinham ninguém para os dirigir, o que deveria ser melodioso, tornava-se num ruído desafinado e insuportável que impedia qualquer um de adormecer. Até o nosso querido maestro, ao chegar, teve de dispensar o bombo pois já não corria o risco de dormir.
Com tanto barulho, pegou na sua batuta e começou a orientar a população de forma a não tocarem ou cantarem todos ao mesmo tempo.
De repente, os seus gestos fizeram o que ninguém já não acreditava: transformaram o barulho em melodias encantadoras.
A partir desse dia, o Senhor Notas deixou de ter tempo para dormir, pois tinha de realizar concertos de hora em hora e por vezes até viajava para outros países.
Apesar de todos os seus defeitos, os três companheiros conseguiram provar que tinham capacidades para auxiliar as pessoas.
Por essa razão, explicavam a todos os povos que encontravam nas suas aventuras, que em vez de apontar os defeitos dos nossos próximos, devemos dar-lhes oportunidades de provar as suas capacidades, aproveitando todas as suas imperfeições.
Os três amigos uniram as suas forças em busca de um futuro perdido…
Texto escrito pelos alunos do 4º Ano, de Oriz S. Miguel
A dona Agulha, costureira distraída, picava-se frequentemente, nunca acertava nas medidas, o que fazia com que as senhoras lhe batessem à porta, diariamente. Ela não necessitava de colares valiosos, pois tinha sempre uma fita métrica ao pescoço (mas não a sabia utilizar!!). A sua roupa estava recheada de remendos porque, quando cortava as bainhas dos vestidos das clientes, sem querer, estragava a sua roupa. Para a escolha dos tecidos pedia os conselhos ao seu amigo pintor…
O Senhor Tintas andava sempre de boina e de bata. Os seus bolsos estavam cheios de pincéis. Ele era tão desarrumado que quando pintava, tropeçava nos baldes de tinta, sujando as telas e deixando um rasto por toda a casa e por onde passava.
O maestro, o Senhor Notas, vestia um fraque preto, uma gravata vermelha e usava óculos na ponta do nariz. Já tinha dirigido várias orquestras, mas foi sempre despedido porque adormecia a meio do espectáculo. Como ele era dorminhoco, o bombo estava sempre a seu lado para o acordar.
Os defeitos dos três amigos eram tão graves que impediam que eles arranjassem emprego. Por essas razões, as senhoras recusavam os serviços da costureira; a nobreza não aceitava os retratos do pintor; todos os músicos se opunham à direcção do maestro.
Um dia, os três companheiros reuniram-se, lamentando os seus problemas. Decidiram viajar pelo mundo fora para descobrir pessoas que os aceitassem com as suas imperfeições.
Pelo caminho, pararam num território muito distante, chamado País das Meias Rotas. Este intitula-se assim, porque houve uma época em que sempre que as pessoas colocavam a sua roupa a secar, um animal desconhecido ia roer as meias, mas só as meias! Tal aconteceu durante algum tempo e como o país ainda não tinha nome, passou a chamar-se assim.
Nesse país havia muitas florestas, algumas montanhas, rios e riachos. A sua principal riqueza era a madeira, devido à grande densidade de florestas. As pessoas eram simpáticas e calmas, mas tinham um ar triste e aborrecido, pois não encontravam solução para impedir que as suas meias fossem estragadas.
Um dia, a Dona Agulha ouviu um dos habitantes a comentar o sucedido e procurou mais informações. Assim, dirigiu-se ao Rei dessa nação para lhe propor os seus serviços, pois considerava que poderia ser uma grande ajuda. Mas este, sabendo da sua fama, mostrou-se inquieto e pouco convencido. No entanto, o maestro e o pintor prometeram apoiar a colega realizando alguns trabalhos para o reino: o maestro entretinha o rei com uma música e o pintor aproveitou para pintar toda a fachada do palácio com meias coloridas para lhe provar que o seu problema não era assim tão grave.
Sabendo do seu pouco jeito na costura, a Dona Agulha lembrou-se de ir directamente à questão do problema: descobrir esse animal desconhecido para não permitir que ele continuasse a roer as meias. Como o rei estava entretido com os seus amigos, ela teria algum tempo para resolver o assunto.
Assim, a costureira encaminhou-se para a floresta e quando já estava a desistir, reparou na toca de um castor, junto ao rio com um monte de meias à entrada. Radiante, por ter descoberto o malandro, explicou-lhe a razão da sua vinda e pediu-lhe para deixar de fazer tantos estragos; em troca prometeu-lhe a oferta de todas as meias que os habitantes já não utilizavam. O castor, depois de reflectir durante algum tempo, considerou que era uma boa proposta, pois assim deixaria de ter de se esconder.
Quando regressou ao palácio, a dona Agulha informou que o problema já estava resolvido e que estaria à disposição dos habitantes para coser todas a meias rotas. A população já estava tão cansada de coser, que passou a entregar todas as suas meias à então célebre costureira. Apesar de continuar a ser muito distraída, os habitantes não se chateavam, pois ela tinha conseguido afastar o castor.
O Rei do País da Meias Rotas estava felicíssimo, pois a população estava alegre e o seu palácio nunca tinha sido tão belo. Assim, relatou as dificuldades que um país vizinho estava a passar e aconselhou os três amigos a conhecê-lo: era o País sem Cor.
Na verdade, este país só tinha como cores: o branco e o preto, até as roupas das pessoas ou a natureza, não tinham cores. Os habitantes relataram aos três amigos, que uma tempestade, com trovões e muita chuva, tinha tirado toda a cor do país.
O Senhor Tintas achou que poderia ajudar este reino que tinha um aspecto tão melancólico e que seria uma grande oportunidade para ele, desta vez, provar a todos que teria também qualidades.
A primeira dificuldade do pintor foi arranjar tintas, pois não existiam naquele país. No entanto, tinha reparado num arco-íris que não deixava o horizonte do País Sem cor, desde a terrível tempestade. Assim, solicitou ao rei o uso de um balão quente que era utilizado em dias de festa, na altura em que todos eram felizes.
Subiu até ao arco-íris e encheu todos os baldes possíveis, com as diversas cores. Aproveitando que estava nas alturas, despejou os baldes de tinta pelo céu e estas foram caindo sobre todo o território. Apesar do seu jeito tão desastrado, o pintor conseguiu devolver alegria a toda a população, enchendo o país de cor e de luz. Com isso, a natureza despertou, as flores voltaram a nascer e a encher o ambiente de vida.
O rei ficou muito admirado e agradecido pelo Senhor Tintas ter conseguido fazer tal proeza. Como recompensa, ofereceu-lhe o cargo de ministro do novo reino que acabava de nascer: O País da Cor.
Depois de tantos feitos realizados pela Dona Agulha e pelo Senhor Tintas, o maestro sentiu-se angustiado e começava a acreditar que realmente não tinha qualidades.
Foi então, que o pintor que se tinha tornado famoso, numa viagem, teve conhecimento que o Rei do País da Música estava em risco de perder o seu poder, pois a os seus habitantes tocavam e cantavam de forma desordenada, provocando grandes discórdias.
Quando o Senhor Notas soube desta história, resolveu logo viajar para esse país, para demonstrar a todos que também conseguiria vencer.
Era um país muito animado, pois todas as pessoas falavam a cantar. Toda a população tocava diversos instrumentos. No entanto, como não tinham ninguém para os dirigir, o que deveria ser melodioso, tornava-se num ruído desafinado e insuportável que impedia qualquer um de adormecer. Até o nosso querido maestro, ao chegar, teve de dispensar o bombo pois já não corria o risco de dormir.
Com tanto barulho, pegou na sua batuta e começou a orientar a população de forma a não tocarem ou cantarem todos ao mesmo tempo.
De repente, os seus gestos fizeram o que ninguém já não acreditava: transformaram o barulho em melodias encantadoras.
A partir desse dia, o Senhor Notas deixou de ter tempo para dormir, pois tinha de realizar concertos de hora em hora e por vezes até viajava para outros países.
Apesar de todos os seus defeitos, os três companheiros conseguiram provar que tinham capacidades para auxiliar as pessoas.
Por essa razão, explicavam a todos os povos que encontravam nas suas aventuras, que em vez de apontar os defeitos dos nossos próximos, devemos dar-lhes oportunidades de provar as suas capacidades, aproveitando todas as suas imperfeições.
Os três amigos uniram as suas forças em busca de um futuro perdido…
Texto escrito pelos alunos do 4º Ano, de Oriz S. Miguel
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quinta-feira, maio 27, 2010
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Francisco de Sá de Miranda, o poeta cidadão!

Teatro
Professor – Silêncio!... Hoje vamos falar de um grande homem!
Tonecas – Sei, sim senhor. Quanto tem de altura?
Professor – Está a mangar comigo, Tonecas? Vamos falar de Francisco de Sá de Miranda. Ora preste atenção: este homem nasceu em Coimbra! Filho do cónego Gonçalo Mendes de Sá e de Dª Inês de Melo.
Tonecas – Perdão, perdão!... cónego deve estar mal pronunciado. Lá em casa, a minha mãe diz para o meu pai que o co-né-go da Sé podia ter sido meu padrinho!, para me ensinar Latim.
Professor – Mas o Tonecas estará a mangar comigo outra vez?! Menino, ouça, porque o professor, aqui, sou eu! Eu disse cónego, CÓNEGO!, que é uma espécie de sacerdote, um padre, entendeu, seu desalmado?!
Tonecas – (Chora). Posso não ser bom aluno, mas sou bom católico, vou à missa ao domingo e ao sábado. E vou à catequese à hora de almoço.
Professor – (Irónico) À hora de almoço!... com que então é por isso que chega atrasado às aulas da tarde!...
Tonecas – É por isso mesmo, sr. professor. Acertou em cheio.
(A parte ) Que bela desculpa que arranjei!
Professor – Prossigamos. Sá de Miranda, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa.
Tonecas – Muito obrigado, senhor professor, mas direito ando eu a frequentar todos os dias na catequese. A minha mãezinha até diz para o meu pai: "Ó Silvestre, o nosso Tonecas anda tão direito, que nem parece o mesmo!"
Professor – Não é isso! Não é nada disso! Sá de Miranda escolheu direito para exercer a profissão de advogado, ouviu, menino Tonecas?
Tonecas – Esse Sá de Miranda… não tinha mais que fazer?!
Professor – Sim. Efectivamente tinha. Logo após a morte de seu pai, foi para Itália, onde conviveu com os mestres de uma nova corrente: a renascentista.
Tonecas – Ai, que bom! Eu gosto tanto de histórias! Mas essa é muito estranha. Há correntes de ar frio, há as correntes do Norte!... Eu nunca tinha ouvido falar na corrente renascentista!
Professor – Ora preste atenção: a corrente renascentista quer dizer que se fez renascer, voltar a viver, aquilo que tinha sido tão importante para a humanidade: a valorização do homem e da natureza, numa visão empírica e científica!
Tonecas – Apoiado, muito bem!... Boa resposta, sim, senhor!...
Professor – E agora prossigamos com a nossa lição!…
Tonecas – Ó senhor professor, não poderíamos ficar por aqui?...
Professor – Claro que não! Amanhã vamos realizar uma ficha de avaliação com este assunto. (Pequena pausa) Sá de Miranda regressou a Portugal em 1526 e trouxe consigo as novas técnicas de escrita, introduzindo em Portugal a corrente renascentista.
Tonecas – Outra vez “a corrente renascentista”! Senhor professor, não me fale mais em correntes que eu não sou nenhum cão!
Professor – Toneeecas!, não me ponha a rosnar!
Tonecas – Senhor professor, prossigamos!
Professor – Das formas poéticas que trouxe e que mais sucesso fez foi o soneto: um poema de 14 versos, duas quadras e dois tercetos!
Tonecas – (De braço no ar, a pedir a palavra, desata a falar sem autorização) Uma das quadras conheço: é a quadra natalícia!
Professor – Não se trata dessa quadra, meu paralelepípedo!... AAAAh! Desculpe, Tonecas, mil perdões! Uma quadra é um conjunto de versos!...
Eu hoje vou consigo à catequese e peço à catequista para me deixar explicar melhor este assunto das quadras.
Tonecas – Não é necessário, eu já percebi tudo! (A parte) Este quer desmascarar-me!
Professor – O rei apreciava os escritos do poeta, pagava-lhe para animar os saraus poéticos da corte, mas Sá de Miranda, homem culto e íntegro, afastou-se para as terras do Minho, Vila Verde e, por fim, Amares, para se proteger da hipocrisia que reinava na corte, à volta do rei. Preferiu o amanho da terra, a música, a poesia e defender o povo desprotegido! Grande Homem, como o admiro! (Vagueia).
Tonecas – Eu acho que o senhor professor se enganou quando disse Minho: não seria Milho? Com esta crise, é mais importante o milho!...
Professor – Nem só do pão vive o homem, menino Tonecas. A alma também precisa de alimento e esse há muito que está em crise.
Tonecas – Senhor professor, que alimento é esse que me quer dar para a alma? (muito curioso!)
Professor – A leitura, é a leitura que nos alimenta a alma, o nosso espírito…
Tonecas – AAAAAH! Agora percebo! (Chora) (E, por fim, lamenta-se:)“eu sou um desalmado". (volta a chorar)
Professor – Pronto, menino Tonecas, é tão novo… ainda está a tempo de a salvar!... De salvar a sua alma…
(Faz-se um silêncio momentâneo)
Tonecas – (Alegrando-se) A esperança é a última a morrer!
Professor – Este poeta, conhecido pelo poeta do Neiva, por ter vivido numa quinta oferecida pelo Rei, uma comenda, portanto, em Duas Igrejas, junto ao rio Neiva, em Vila Verde, foi muito admirado por todos.
Tonecas – Por mim, não foi! Exclua-me, senhor professor! Exclua-me dessa lista!
Professor – Tonecas, qual lista? Falta pouco para acabar a aula, esforce-se por estar finalmente atento. Sá de Miranda nasceu a 28 de Agosto de 1481.
Tonecas – Senhor professor, ele era casado? Tinha alguma filha?
Professor – Casou com Dª Briolanja de Azevedo, com quem teve dois filhos: Gonçalo e Jerónimo.
Tonecas - Casou com Dª Laranja?! Senhor professor, essa senhora não seria de Amares, terra da boa laranja?!
Professor – Tonecas, estou farto de si! A aula acaba por hoje! Desapareça!
Tonecas - Desculpe, senhor professor! Eu prometo que amanhã, durante a ficha de avaliação, se vier para a minha beira, vou-lhe dar ouvidos!
Senhor professor, sabe o que me contaram à hora de almoço?
Professor - O que foi, Tonecas!...
Tonecas - Contaram-me, na barbearia do Zé da Pipa, que Sá de Miranda depois da morte do seu filho Gonçalo, em Ceuta, nunca mais cortou a barba, nem o cabelo, nem as unhas! Será verdade?
Professor - Não acredite em tudo o que ouve, menino Tonecas!
Tonecas – Bem faço eu em não o ouvir a si, não acha?!
(O Tonecas sai disparado da sala de aula e o professor, que o ameaça, fica a rir das palhaçadas do aluno).
Professor – (Em forma de desabafo) Ai, Tonecas! Vou morrer santo só de o aturar!
Tonecas – Sei, sim senhor. Quanto tem de altura?
Professor – Está a mangar comigo, Tonecas? Vamos falar de Francisco de Sá de Miranda. Ora preste atenção: este homem nasceu em Coimbra! Filho do cónego Gonçalo Mendes de Sá e de Dª Inês de Melo.
Tonecas – Perdão, perdão!... cónego deve estar mal pronunciado. Lá em casa, a minha mãe diz para o meu pai que o co-né-go da Sé podia ter sido meu padrinho!, para me ensinar Latim.
Professor – Mas o Tonecas estará a mangar comigo outra vez?! Menino, ouça, porque o professor, aqui, sou eu! Eu disse cónego, CÓNEGO!, que é uma espécie de sacerdote, um padre, entendeu, seu desalmado?!
Tonecas – (Chora). Posso não ser bom aluno, mas sou bom católico, vou à missa ao domingo e ao sábado. E vou à catequese à hora de almoço.
Professor – (Irónico) À hora de almoço!... com que então é por isso que chega atrasado às aulas da tarde!...
Tonecas – É por isso mesmo, sr. professor. Acertou em cheio.
(A parte ) Que bela desculpa que arranjei!
Professor – Prossigamos. Sá de Miranda, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa.
Tonecas – Muito obrigado, senhor professor, mas direito ando eu a frequentar todos os dias na catequese. A minha mãezinha até diz para o meu pai: "Ó Silvestre, o nosso Tonecas anda tão direito, que nem parece o mesmo!"
Professor – Não é isso! Não é nada disso! Sá de Miranda escolheu direito para exercer a profissão de advogado, ouviu, menino Tonecas?
Tonecas – Esse Sá de Miranda… não tinha mais que fazer?!
Professor – Sim. Efectivamente tinha. Logo após a morte de seu pai, foi para Itália, onde conviveu com os mestres de uma nova corrente: a renascentista.
Tonecas – Ai, que bom! Eu gosto tanto de histórias! Mas essa é muito estranha. Há correntes de ar frio, há as correntes do Norte!... Eu nunca tinha ouvido falar na corrente renascentista!
Professor – Ora preste atenção: a corrente renascentista quer dizer que se fez renascer, voltar a viver, aquilo que tinha sido tão importante para a humanidade: a valorização do homem e da natureza, numa visão empírica e científica!
Tonecas – Apoiado, muito bem!... Boa resposta, sim, senhor!...
Professor – E agora prossigamos com a nossa lição!…
Tonecas – Ó senhor professor, não poderíamos ficar por aqui?...
Professor – Claro que não! Amanhã vamos realizar uma ficha de avaliação com este assunto. (Pequena pausa) Sá de Miranda regressou a Portugal em 1526 e trouxe consigo as novas técnicas de escrita, introduzindo em Portugal a corrente renascentista.
Tonecas – Outra vez “a corrente renascentista”! Senhor professor, não me fale mais em correntes que eu não sou nenhum cão!
Professor – Toneeecas!, não me ponha a rosnar!
Tonecas – Senhor professor, prossigamos!
Professor – Das formas poéticas que trouxe e que mais sucesso fez foi o soneto: um poema de 14 versos, duas quadras e dois tercetos!
Tonecas – (De braço no ar, a pedir a palavra, desata a falar sem autorização) Uma das quadras conheço: é a quadra natalícia!
Professor – Não se trata dessa quadra, meu paralelepípedo!... AAAAh! Desculpe, Tonecas, mil perdões! Uma quadra é um conjunto de versos!...
Eu hoje vou consigo à catequese e peço à catequista para me deixar explicar melhor este assunto das quadras.
Tonecas – Não é necessário, eu já percebi tudo! (A parte) Este quer desmascarar-me!
Professor – O rei apreciava os escritos do poeta, pagava-lhe para animar os saraus poéticos da corte, mas Sá de Miranda, homem culto e íntegro, afastou-se para as terras do Minho, Vila Verde e, por fim, Amares, para se proteger da hipocrisia que reinava na corte, à volta do rei. Preferiu o amanho da terra, a música, a poesia e defender o povo desprotegido! Grande Homem, como o admiro! (Vagueia).
Tonecas – Eu acho que o senhor professor se enganou quando disse Minho: não seria Milho? Com esta crise, é mais importante o milho!...
Professor – Nem só do pão vive o homem, menino Tonecas. A alma também precisa de alimento e esse há muito que está em crise.
Tonecas – Senhor professor, que alimento é esse que me quer dar para a alma? (muito curioso!)
Professor – A leitura, é a leitura que nos alimenta a alma, o nosso espírito…
Tonecas – AAAAAH! Agora percebo! (Chora) (E, por fim, lamenta-se:)“eu sou um desalmado". (volta a chorar)
Professor – Pronto, menino Tonecas, é tão novo… ainda está a tempo de a salvar!... De salvar a sua alma…
(Faz-se um silêncio momentâneo)
Tonecas – (Alegrando-se) A esperança é a última a morrer!
Professor – Este poeta, conhecido pelo poeta do Neiva, por ter vivido numa quinta oferecida pelo Rei, uma comenda, portanto, em Duas Igrejas, junto ao rio Neiva, em Vila Verde, foi muito admirado por todos.
Tonecas – Por mim, não foi! Exclua-me, senhor professor! Exclua-me dessa lista!
Professor – Tonecas, qual lista? Falta pouco para acabar a aula, esforce-se por estar finalmente atento. Sá de Miranda nasceu a 28 de Agosto de 1481.
Tonecas – Senhor professor, ele era casado? Tinha alguma filha?
Professor – Casou com Dª Briolanja de Azevedo, com quem teve dois filhos: Gonçalo e Jerónimo.
Tonecas - Casou com Dª Laranja?! Senhor professor, essa senhora não seria de Amares, terra da boa laranja?!
Professor – Tonecas, estou farto de si! A aula acaba por hoje! Desapareça!
Tonecas - Desculpe, senhor professor! Eu prometo que amanhã, durante a ficha de avaliação, se vier para a minha beira, vou-lhe dar ouvidos!
Senhor professor, sabe o que me contaram à hora de almoço?
Professor - O que foi, Tonecas!...
Tonecas - Contaram-me, na barbearia do Zé da Pipa, que Sá de Miranda depois da morte do seu filho Gonçalo, em Ceuta, nunca mais cortou a barba, nem o cabelo, nem as unhas! Será verdade?
Professor - Não acredite em tudo o que ouve, menino Tonecas!
Tonecas – Bem faço eu em não o ouvir a si, não acha?!
(O Tonecas sai disparado da sala de aula e o professor, que o ameaça, fica a rir das palhaçadas do aluno).
Professor – (Em forma de desabafo) Ai, Tonecas! Vou morrer santo só de o aturar!
Escrito por Teresa Soares
(17 de Maio de 2010)
Esta peça de teatro vai a palco a 19 de Maio de 2010, como trabalho de articulação entre a BE CRE e a sala de aula, neste caso, com o 4º ano da professora Ilda Neto.
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terça-feira, maio 18, 2010
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provavelmente em Maio,
Sá de Miranda morreu em 1558
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O que é a Literacia?

O que é a literacia!
Por literacia entendemos uma combinação de competências e de conhecimentos que torna o indivíduo capaz de dominar todo o tipo de mensagens, independentemente do suporte. "(…) ser capaz de ler não define a literacia no complexo mundo de hoje. O conceito de literacia inclui a literacia informática, a literacia do consumidor, a literacia da informação e a literacia visual… Por outras palavras, os adultos letrados devem ser capazes de obter e perceber a informação em diferentes suportes. Além do mais, compreender é a chave. Literacia significa ser capaz de perceber bem ideias novas para as usar quando necessárias. Literacia significa saber como aprender”.
STRIPLING, Barbara K., ERIC,1992, in CTAP Information Literacy Guidelines K-12
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segunda-feira, maio 10, 2010
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BE CRE JI 1 CEB
sábado, 1 de maio de 2010
A TODAS AS MÃES!
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sábado, maio 01, 2010
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Poema à Mãe!
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No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe!
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos!
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos...
Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? -
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
"Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal..."
Mas - tu sabes! - a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu...
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas...
Eugénio de Andrade
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A poesia é a música da literatura.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A Aldeia das Flores, de António Mota

Um grupo de alunos do 4º ano de escolaridade da EB1 de Atães escreveu, após a leitura da obra supracitada, o primeira a ser publicada por Mota, uma carta ao Sr. Presidente da Câmara da Aldeia das Flores.
Uma carta cheia de indignação, mas, simultaneamente, cheia de esperança. Vejamos o que dizia:
Exmo. Sr. Presidente
da Câmara da Aldeia das Flores
Assunto: Rio da Aldeia das Flores Poluído!
Nós, um grupo de alunos do 4º ano de escolaridade da Escola EB1 de Atães, vimos, por este meio, solicitar, a Vª Exª, alguns minutos da vossa atenção para um problema que se arrasta desde algum tempo sem saída à vista.
Julgamos que o futuro da Aldeia das Flores está comprometido com a ameaça da nova fábrica que lança todo o tipo de esgotos, sem tratamento, para o leito do rio da Aldeia Florida, da nossa Aldeia tão amada. Como deve imaginar, no próximo Verão, não poderemos frequentar a praia fluvial, os pássaros vão abandonar esta terra, as árvores deixarão de florir, os frutos, que não deram flor, não regressarão às árvores de caules enfraquecidos, menos verdes, mais escuros, quase castanhos. O ar contaminado, pelos fumos dessa frábrica, farão com que se respire menos bem e com que crianças e idosos, sobretudo, adoeçam gravemente.
Sr. Presidente, pelas razões que apontamos, estará o Sr. impressionado a ponto de fazer desde já alguma coisa capaz de desacelerar este processo?
Um presidente é um presidente e se não for capaz de nos ajudar, sozinhos, pouco ou nada faremos. Precisamos da sua ajuda!
Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com elevada estima e consideração.
Atães, 15 de Abril de 2010
Os alunos,
Emanuel e Sara
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segunda-feira, abril 26, 2010
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sabe que nem tudo o que reluz...,
São Rosas Senhor
domingo, 25 de abril de 2010
LIBERDADE

POEMA DA LIBERDADE
Liberdade,
Que palavra gloriosa!
É uma palavra respeitada
e muito valiosa!
Ser livre é algo bom;
é algo inexplicável.
É uma coisa única,
e muito agradával.
Acordar e dizer:
"Bom - dia" aos pássaros a voar.
É um sentimento
que dá para impressionar.
O Cravo!
é o seu símbolo.
Um cravo encarnado!
Quando o admiramos
ficamos enamorados!
Sara Pereira, aluna do 4º ano de escolaridade, da profª Ilda Neto.
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Na sala de aula.
O MENINO E O 25 DE ABRIL
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domingo, abril 25, 2010
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A IMPORTÂNCIA DO PROFESSOR.
TODA A REVOLUÇÃO DEIXA UM RASTO VERMELHO
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DIA 25 DE ABRIL, DIA da LIBERDADE

Luís Cília canta a sua canção de 1964 e hino de resistência, «Canção Final, Canção de Sempre», com poema de Manuel Alegre. A gravação foi feita num restaurante de Paris, onde o autor, exilado, ganhava a vida cantando. Devido à proibição dos seus discos em Portugal, esta música foi editada no nosso país com a voz de Adriano Correia de Oliveira.
UM TESOURO...
Nos dias que teimam,
florescem outras raivas,
Outras Birras,
Outras Falhas!
Fraquezas Humanas,
Ódios antigos!
-Removam os medos,
soltem os demónios.
-Coragem, amigos!
Salazar Morreu.
Qual D. sebastião,
ou Jesus Cristo!
Salazar morreu!
Está enterrado
em campa rasa:
deixem-no estar
a expiar seus erros,
nesse degredo
sem nome...
Conquistemos de novo
a liberdade,
palavra tão cara,
palavra saudade!
(Teresa Soares)
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domingo, abril 25, 2010
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Educação para a cidadania: saber ser,
saber estar.
OS PRIMOS E A BRUXA CARTUXA, de Isabel Alçada e Ana Mª Magalhães
Os alunos do 3º ano de escolaridade da profª Fátima Cação alteraram o final da história, substituindo a águia por um helicóptero, para removerem mais facilmente a baleia em perigo. Escreveram um texto que descrevia esta ilustração.
Este trabalho é de um menino de nome Joel Sebastião.
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domingo, abril 25, 2010
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No âmbito do PLN
quarta-feira, 21 de abril de 2010
DIA 23 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO AUTOR

Nesta data celebra-se também o direito de autor. Um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (artigo 27º) e pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42º). O direito de autor funciona simultaneamente como garantia de defesa do património e dos valores culturais.
O dia mundial do livro e do direito de autor é celebrado a 23 de Abril em 100 países. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov.
A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro. Desde então o dia 23 de Abril tem sido comemorado de diversas formas um pouco por todo o mundo. Todos os anos o Comité da UNESCO nomeia a Capital Mundial do Livro.
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quarta-feira, abril 21, 2010
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A leitura abre caminhos
OS PARDAIS DAS ÁRVORES

Era uma vez uma fonte à beira da estrada. Os pardais das árvores vizinhas tinham ali o seu ponto de encontro. Matavam a sede, tomavam banho, chilreavam uns com os outros. De semana a semana, vinha um homem, sempre de automóvel, buscar água à fonte. Enchia uma quantidade de garrafões de plástico e, depois, abalava. Nessas alturas, a pardalada fugia para o poiso das árvores e ficava a observar.
— O que é que ele vai fazer com tanta água? — intrigava-se um pardalito novo.
— Deve ir regar as couves — sugeria um pardal.
— Para regar as couves é pouca — replicava uma velha pardoca, muito conhecedora da vida.
— Então é para ele beber — propunha outro pardal.
— Para ele beber é muita — replicava a velha pardoca.
— Para o que será? — perguntava o pardalito, sem que ninguém soubesse responder-lhe.
Decidiu investigar. Voou atrás do automóvel, mas como ainda tinha as asas com pouca força e a estrada era às curvas e contra-curvas, perdeu-lhe o rasto. E perdeu-se. Esvoaçou ao calhas, até descer sobre um telheiro, junto à estrada. No telheiro havia melões à venda e cebolas e batatas e garrafões de vinho. Alto lá! E também havia garrafões de água, tal e qual os que o homem do automóvel enchia, na fonte dos pardais.
— Para regar as couves é pouca — replicava uma velha pardoca, muito conhecedora da vida.
— Então é para ele beber — propunha outro pardal.
— Para ele beber é muita — replicava a velha pardoca.
— Para o que será? — perguntava o pardalito, sem que ninguém soubesse responder-lhe.
Decidiu investigar. Voou atrás do automóvel, mas como ainda tinha as asas com pouca força e a estrada era às curvas e contra-curvas, perdeu-lhe o rasto. E perdeu-se. Esvoaçou ao calhas, até descer sobre um telheiro, junto à estrada. No telheiro havia melões à venda e cebolas e batatas e garrafões de vinho. Alto lá! E também havia garrafões de água, tal e qual os que o homem do automóvel enchia, na fonte dos pardais.
Se o pardal soubesse ler, leria no rótulo dos garrafões: "ÁGUA DA FONTE DA SAÚDE – Graças a ela, os novos crescem e os velhos não encolhem".
Aos saltinhos, diante dos garrafões, o pardalito admirava a fotografia do rótulo. Lá estava a fonte, centro da sua vida, e uns passarinhos a beber água no rebordo do tanque. Vendo bem, aquele mais pequeno, à direita, podia ser ele, o pardalito aventureiro. Muito orgulhoso da sua descoberta, o pardal voou muito alto, tão alto que, lá de cima, viu o telheiro dos garrafões, a estrada às curvas e a fonte da Saúde ou dos pardais, donde ele viera. Disparou em direcção ao ponto de partida e muito excitado piou para os companheiros:
— Já sei o segredo dos garrafões. O homem anda a vender o nosso retrato mais o retrato da nossa fonte.
— E a água para que serve? — perguntou um companheiro.
— Para segurar o nosso retrato — respondeu, prontamente, o pardalito.
António Torrado
Aos saltinhos, diante dos garrafões, o pardalito admirava a fotografia do rótulo. Lá estava a fonte, centro da sua vida, e uns passarinhos a beber água no rebordo do tanque. Vendo bem, aquele mais pequeno, à direita, podia ser ele, o pardalito aventureiro. Muito orgulhoso da sua descoberta, o pardal voou muito alto, tão alto que, lá de cima, viu o telheiro dos garrafões, a estrada às curvas e a fonte da Saúde ou dos pardais, donde ele viera. Disparou em direcção ao ponto de partida e muito excitado piou para os companheiros:
— Já sei o segredo dos garrafões. O homem anda a vender o nosso retrato mais o retrato da nossa fonte.
— E a água para que serve? — perguntou um companheiro.
— Para segurar o nosso retrato — respondeu, prontamente, o pardalito.
António Torrado
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quarta-feira, abril 21, 2010
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LER AJUDA A CRESCER
terça-feira, 20 de abril de 2010
O Pão dos Outros
Clube Contadores de Histórias
O pão dos outros

Remi está a conversar com a avó.
Gosta de a ouvir falar dos seus tempos de menina.
– Na minha aldeia, na Provença, pelo Ano Novo, no primeiro dia de Janeiro, toda a gente oferecia uma prenda a toda a gente. Vê lá se és capaz de adivinhar o que seria.
Remi lança palpites:
– Comprar prendas para a aldeia inteira… É preciso muito dinheiro. Quer dizer que as pessoas eram ricas?
A avó riu-se:
– Oh, não! Naquele tempo, tinha-se muito pouco dinheiro e ninguém na aldeia comprava prendas. Nem sequer havia lojas como há hoje.
– Então faziam as prendas?
– Não propriamente!
– Então como é que faziam?
– Era muito simples. Ora ouve…
Antigamente, cada família fazia o seu pão. Não havia água corrente nas casas. Então íamos buscá-la à fonte, no largo da aldeia.
E, no dia um de Janeiro, de manhã muito cedo, a primeira pessoa que saía de casa, colocava um pão fresco no bordo da fonte, enquanto enchia a bilha de água. Quem chegava a seguir pegava no pão e punha outro no mesmo lugar para a pessoa seguinte, e assim por diante…
Desta forma, em todas as casas, se comia um pão fresco oferecido por outra pessoa. Nem sempre se sabia por quem, mas garanto-te que o pão nos parecia muito bom porque era como se fosse um presente de amizade.
As pessoas que estavam zangadas pensavam que talvez estivessem a comer o pão do seu inimigo e isso era uma espécie de reconciliação…
Durante alguns dias, esta história andou a martelar na cabeça de Remi.
Uma manhã, teve uma ideia.
Meteu no bolso uma fatia de pão de lavrador. É o pão que se come na casa de Remi.
E na escola, um pouco antes do recreio, Remi pousou o pão bem à vista, em cima da carteira de Filipe, o seu vizinho.
Filipe está sempre com fome e repete sem cessar a Remi:
– Oh! Que fome, que fome eu tenho! Bem comia agora qualquer coisa!
Quando Filipe viu a fatia de pão, que rica surpresa! Sabia muito bem quem lha tinha dado, mas fingiu que não sabia.
No recreio, todo contente, comeu o pão sem dizer nada a Remi, mas…
No dia seguinte, sabem o que é que Remi encontrou em cima da carteira, mesmo antes do recreio? … Um pedaço de cacete!
Um grande pedaço bem estaladiço! Um verdadeiro regalo!
Filipe ria-se.
E assim continuaram a dar um ao outro presentes de pão.
Na aula, a Carlota e a Sílvia estão sentadas logo atrás de Filipe e de Remi. Rapidamente souberam da história do pão e quiseram também participar nas surpresas.
No dia seguinte, Sílvia levou uma fatia de cacetinhoe Carlota uma fatia de pão centeio.
Outras crianças quiseram participar nas prendas de pão.
Apareceu pão grosseiro, pão de noz, pão de sêmea, pão sem côdea, pão caseiro, pão fino, pão russo, negro e um pouco ácido, que Vladimir levou, pedaços de pão árabe, que a mãe de Ahmed cozera no forno, e ainda muitos outros tipos de pão.
Desta forma, quase toda a turma se pôs a trocar pedaços de pão durante o recreio.
A professora apercebeu-se das trocas e perguntou:
– Mas o que é que vocês estão aí a fazer?
Carlota e Remi contaram-lhe toda a história do pão dos outros.
E logo após o recreio, o que é que estava em cima da secretária da professora? …um pedaço de pão!
Toda a classe tinha os olhos postos na professora. Ela sorriu e comeu o pão.
E, no domingo seguinte, quando Remi viu a avó, era ele que tinha uma história para lhe contar:
– Sabes, avó? Olha, na minha turma…
Michèle Lochak
Le pain des autres
Paris, Flammarion, 1980
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terça-feira, abril 20, 2010
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LER para SER
sábado, 17 de abril de 2010
Prenda-se à Vida!
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sábado, abril 17, 2010
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Educação para a cidadania
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Conta-me uma História
A Fábula "O Leão e o Rato" a cargo do Tiago, Emanuel e Pedro; alunos de 4º ano, da profª Ilda Neto.



A Fábula "O Rato do Campo e o Rato da Cidade", a cargo destas três alunas: Andreia, Mariana e Raquel, do 3º ano, da profª Fátima Cação.

Os alunos do 3º e 4º anos da EB1 de Atães, na Rádio Escola da Sede do Agrupamento, prepararam, em definitivo, as duas fábulas para o Concurso Nacional "Conta-me uma História". Este trabalho de articulação entre a BE CRE e a sala de aula teve o seu culminar na rádio escola, onde contámos com a colaboração do prof. Avelino de Educação Musical.
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segunda-feira, abril 12, 2010
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A profª bibliotecária Teresa Soares
O Pinheirinho Aventureiro, de Renata Gil
O Pinheirinho Aventureiro, inspirou um trabalho de dobragens: os alunos aprenderam a construir um pinheirinho e um passarinho de papel.



O Pinheirinho Aventureiro, de Renata Gil
A história que as imagens sugeriram
O Pinheirinho Voador (título atribuído pelos alunos)
1º ano da Escola EB1 de Atães (PNL), alunos da profª Patrícia Cunha
Era uma vez um pinheirinho muito pequenino que viajava para conhecer novos amigos e conhecer o planeta terra.A história que as imagens sugeriram
O Pinheirinho Voador (título atribuído pelos alunos)
1º ano da Escola EB1 de Atães (PNL), alunos da profª Patrícia Cunha
Um passarinho, certo dia, foi conversar com o pinheirinho, seu amigo:
- Pinheirinho, tu tens de conhecer o planeta terra!
- Mas eu estou preso à terra!
Entretanto, veio um vento forte e arrancou o pinheirinho. O passarinho foi, com ele, indicar-lhe os sítios mais belos da terra.
Os peixinhos, quando viram o pinheirinho, pensaram: “Como é que aquele pinheirinho consegue voar?!”.
Mais adiante, uma menina tenta apanhá-lo; corre, corre…mas, como não tem folhas, não consegue apanhá-lo!
O passarinho e o pinheirinho, ao anoitecer, deitaram-se num telhado para descansar. O telhado era vermelhinho e quentinho.
Durante a noite, o pinheirinho ouviu um barulho estranho, abriu os olhos e decidiu ir ver o que se passava num túnel perto daquele telhado onde estava. Do túnel saiu um comboio escuro.
Continuaram viagem. Viram duas senhoras a tricotar cada uma o seu cachecol. Estas, ao verem o pinheirinho voar, acharam-no muito estranho!
Eles, o pinheirinho e o passarinho, algum tempo depois, passaram por uma cidade bonita. Nessa cidade, havia um chafariz muito grande: eles foram lá matar a sede! À noite, houve uma festa numa aldeia e as pessoas começaram a olhar para o céu por causa do pinheirinho voador. Um pouco mais à frente, encontraram um campo de girassóis, onde se divertiram muito. Cansados, um foi para Norte e outro foi para Sul! O passarinho despediu-se do pinheirinho, pois tinha de ir alimentar os seus filhotes.
O pinheirinho estava muito triste, tinha saudades da sua casa! Queria, finalmente, ficar preso à terra, onde nascera.
O pinheirinho e o passarinho voltaram a encontrar-se e sentaram-se num telhado por baixo da lua grande e brilhante.
Os meninos de uma escola colocaram-no no jardim dessa escola e, no Natal, decoraram-no com bolas, fitas e uma estrela.
O passarinho ia sempre visitá-lo e contar-lhe, nessa altura, as histórias que conhecia quando viajava.
(Ensaio de criatividade) Março/ 2010
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segunda-feira, abril 12, 2010
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Entrega de prémios aos nossos melhores Contadores de Histórias
Durante a IX Feira do Livro e Semana da Leitura, decorreu o concurso "Pequenos Contadores de Histórias", cujos resultados ultrapassaram as expectativas. Apresentamos, aqui, aqueles que venceram o concurso, que muito agradou a toda a comunidade escolar.

O Lucas ganha um diploma e uns livros e os meninos da sua sala também recebem um livro, para que sintam que é um prémio colectivo, com proveito para todos: a partilha ( de um livro, de um prémio, de um amigo...).


"O Coelhinho Branco", foi a história contada por João Cardoso (aluno do 4º ano, da profª Adelaide Torres, da EB1 de Dossãos), que mereceu o 1º lugar exaequo.

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terça-feira, 23 de março de 2010
Os Livros

Henrique Banchs
Para mim, a felicidade está em grande parte ligada aos livros. Os livros lidos, os livros a reler, os livros que releio, os livros que descubro...
Leonardo Sciascia
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domingo, 21 de março de 2010
A Canção dos Coelhinhos Trabalhadores
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Bela Páscoa,
Natureza Renascida
Os Coelhinhos de Páscoa
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HISTÓRIAS NO JARDIM
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domingo, março 21, 2010
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Páscoa Feliz
Filmes Infantis de Páscoa
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Educadores de Infância
Dia Mundial da Árvore e da Poesia

Março Primaveril
Março ameno, fulgor verde,
lábio de fonte arvorecida
pela força do ar.
Como um rio de espelhos
irrompe o fluxo do dia,
a raiz oculta do tempo.
Março, sabor a seiva,
deleite de estrela fria!
Nos lugarejos do norte,
de sal é o vento e de argila.
Aí a primeira fulguração
culpa o alvorecido pão,
o corpo arvorescente,
essa fragrância nova no sangue
com que o sol macera o fruto
e estremece o coração.
Miguel Anxo Fernán
Março ameno, fulgor verde,
lábio de fonte arvorecida
pela força do ar.
Como um rio de espelhos
irrompe o fluxo do dia,
a raiz oculta do tempo.
Março, sabor a seiva,
deleite de estrela fria!
Nos lugarejos do norte,
de sal é o vento e de argila.
Aí a primeira fulguração
culpa o alvorecido pão,
o corpo arvorescente,
essa fragrância nova no sangue
com que o sol macera o fruto
e estremece o coração.
Miguel Anxo Fernán
Completa o provérbio
Março quente traz o ... no ventre.
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domingo, março 21, 2010
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sexta-feira, 19 de março de 2010
LER MAIS em CASA, em Família.

AS SETE EXCELENTES RAZÕES PARA LER ÀS CRIANÇAS
1-Ouvir ler em voz alta, ler em conjunto, conversar sobre livros, desenvolve a inteligência e a imaginação.
2-Os livros enriquecem o vocabulário e a linguagem.
3-As imagens, informações e ideias dos livros alargam o conhecimento do mundo.
4-Quem tem o hábito de ler conhece-se melhor a si próprio e compreende melhor os outros.
5-Ler em conjunto é divertido, reforça o prazer do convívio.
6-Os laços afectivos entre as crianças e os adultos que lhes lêem tornam-se mais fortes.
7-A leitura torna as crianças mais calmas, ajuda-as a ganhar autoconfiança e poder de decisão.
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sexta-feira, março 19, 2010
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LER MAIS na Biblioteca Escolar
quarta-feira, 17 de março de 2010
Como Nasceram as Zebras?

A EB1 de Dossãos foi notícia no passado Domingo, dia 14 de Março, na Revista TERRA DO NUNCA, do JORNAL DE NOTÍCIAS.
Estamos todos de parabéns, pois fomos os vencedores desta semana do passatempo «O Pequeno Escritor», com a história Como nasceram as zebras?, de António Mota.
Aplausos para todos.
Cecília Araújo
www.escolinhadamalta.blogspot.com
Cecília Araújo
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quarta-feira, março 17, 2010
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As Zebras inglesas andam na rua
domingo, 7 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
Dia 8 de Março - Dia Internacional da Mulher
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domingo, março 07, 2010
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A mulher é a própria poesia
terça-feira, 2 de março de 2010
Álvaro Magalhães

A importância do ser, do querer ser, da aptidão pessoal.
A 2ª parte da história permitiu explorar a importância da liberdade de escolha, o respeito pela personalidade de cada um de nós…
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terça-feira, março 02, 2010
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1º ano,
Atães,
Desenho e pintura de Eliana
Anedotário "Educativo"
CROMO Nº 1
(Num teste de Matemática)
- Professora, como quer que eu lhe diga o perímetro deste quadrado se só me dá o valor de um dos lados? - perguntou o Tó.
CROMO Nº 2
(No Dia Mundial da SIDA, durante uma sessão de esclarecimento)
- Eu conheço, professora, uma palavra com SIDA! - afirmou o Chico.
- Então qual é? - quis saber a professora.
- É Cidadania!! - respondeu de imediato o Chico antes que alguém se lembrasse da mesma!
Pobre Chico! Houve gargalhada geral! E eu estava lá, eu ouvi!...
(Num teste de Matemática)
- Professora, como quer que eu lhe diga o perímetro deste quadrado se só me dá o valor de um dos lados? - perguntou o Tó.
CROMO Nº 2
(No Dia Mundial da SIDA, durante uma sessão de esclarecimento)
- Eu conheço, professora, uma palavra com SIDA! - afirmou o Chico.
- Então qual é? - quis saber a professora.
- É Cidadania!! - respondeu de imediato o Chico antes que alguém se lembrasse da mesma!
Pobre Chico! Houve gargalhada geral! E eu estava lá, eu ouvi!...
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terça-feira, março 02, 2010
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Até parece mentira
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
UNS ÓCULOS PARA A RITA de Luísa Ducla Soares
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Lemos mais uma história da autora Luísa Ducla Soares. "Uns óculos para a Rita" e outros para nós foi o resultado final da exploração desta linda história, que nos mostra que às vezes os nossos olhos precisam de uma ajuda para verem melhor as coisas. Construímos os nossos próprios óculos, tão coloridos, pareciam mesmo caixilhos para os nossos lindos olhos.
Cecília Araújo
www.escolinhadamalta.blogspot.com
Cecília Araújo
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terça-feira, fevereiro 23, 2010
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Vejo melhor com os óculos que construí
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
ROSA, MINHA IRMÃ ROSA, de ALICE VIEIRA

POR QUE RAZÃO DEVES LER ESTA HISTÓRIA?
Rosa, minha irmã Rosa!
A obra “Rosa, minha irmã Rosa” narra a história de uma rapariga de dez anos, Mariana, e a sua irmã Rosa, que está prestes a nascer.
Rosa nasce e a vida de Mariana muda, pois ela não está habituada à falta de atenção e carinho sobretudo por parte dos pais.
Mariana tem ciúmes de Rosa, porque a atenção recai toda sobre esta.
Mariana ainda pensa muito na avó Lídia, que morrera, pois era ela quem a ajudava a compreender a vida.
Achas que a vida de Mariana pode mudar?
Queres saber, não queres? Então lê o livro, pois vais gostar, tal como eu gostei.
Alice Vieira é uma escritora muito actual.
Lê, com atenção, esta obra para perceberes o quanto vale a pena ser lida!
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sexta-feira, fevereiro 19, 2010
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Os Livros são amigos de papel
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
FEIRA DO LIVRO E SEMANA DA LEITURA


De 8 a 13 de Fevereiro, na Biblioteca da escola sede, a Feira do Livro e Semana da Leitura trouxeram os alunos dos Jardins de Infância e 1º Ciclo a mais uma visita à roda do livro e da leitura.
Não faltaram actividades: as dos contadores de histórias, o teatro, a poesia e as exposições.
Esta Feira do Livro e Semana da Leitura contaram, ainda, com as Ondas de Leitura, que sensibilizou a comunidade educativa para a importância de Ler.
Aqui, fica um dos textos lidos no 1º ciclo:
(pp.74,75)
"-A benção, Mamãe - Beijei a mão dela.
Até na rua, mal iluminada, eu via que o rosto dela estava cansado.
-Trabalhou muito hoje, Mamãe?
-Muito, meu filho. Fazia um calor dentro do tear que ninguém aguentava.
-Me dê a sacola; a senhora está cansada.
(...)
-Por que você me veio esperar?
Ela estava adivinhando.
-Mamãe, a senhora gosta pelo menos um bocadinho de mim?
-Gosto de você como gosto dos outros. Porquê?
-Mamãe, a senhora conhece o Nardinho? Aquele que é sobrinho da Pata Choca?
Ela riu.
-Me lembro.
-Sabe, Mamãe. A mãe dele fez um terninho para ele, lindo. É verde com risquinha branca. Tem um coletinho que abotoa no pescoço. Mas ficou pequeno para ele. E ele não tem irmão pequeno para aproveitar. E ele disse que queria vender... A senhora compra?
-Ih!meu filho! As coisas estão tão difíceis!
-Mas ele vende de duas vezes. E não é caro. Não paga nem o feitio.
(...)
Ela guardava silêncio, fazendo contas.
-Mamãe, eu estou sendo o aluno mais estudioso da minha aula. A professora diz que vou ganhar distinção... Compre, Mamãe. Eu não tenho uma roupinha nova faz muito tempo...
Mas o silêncio dela chegava a angustiar.
-Olhe, Mamãe, se não for esse, nunca vou ter minha roupa de poeta."
(Género: romance juvenil; extracto com pequenas adaptações)
Obra de José Mauro de Vasconcelos
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quarta-feira, fevereiro 17, 2010
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Leio porque gosto
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