terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

OS MELHORES LEITORES

QUANDO LER DÁ PRÉMIOS... em Atães


Emanuel, 4º ano, e profª Ilda Neto.

Profª Patrícia e as alunas (1º ano) Eliana (à sua esquerda, a melhor ilustradora de histórias) e Mariana Fernandes (à sua direita, a melhor leitora).


A profª Fátima Cação e os seus alunos (3º ano); entre eles a melhor leitora, Andreia Rodrigues.


O melhor leitor do 2º ano, Daniel Cação, aluno da profª Inês Veloso.

No Pico, S. Cristóvão


(Da esquerda para a direita)Francisco, Ricardo, Catarina e Joel receberam um diploma e um livro na Biblioteca Escolar à semelhança dos seus colegas de Atães.

A alegria vê-se nos rostos. A atribuição destes prémios visa incentivar a leitura domiciliária e autónoma.


PRÉMIOS ATRIBUÍDO NAS BEs DO 1º CICLO

AS FADAS DE ANTERO DE QUENTAL


AS FADAS ...

São muito desconfiadas:
Quem as vê não há-de rir
Querem elas que as respeitem
E não gostam que as espreitem
Nem se lhes há-de mentir

Quem as ofende... cautela!
A mais risonha, a mais bela
Torna-se logo tão má
Tão cruel, tão vingativa
É inimiga agressiva
É serpente que ali está

E têm vinganças terríveis
Semeiam coisas horríveis
Que nascem logo do chão
Línguas de fogo, que estalam
Sapos com asas, que falam...

Quantas vezes já deitado
Mas sem sono, inda acordado
Me ponho a considerar
Que condão eu pediria
Se uma fada, um belo dia
Me quisesse a mim fadar
O que eu seria?

As fadas... creia nelas!
Umas são moças e belas,
Outras, velhas de pasmar...
Umas vivem nos rochedos,
Outras, pelos arvoredos...
Riem e cantam à beira mar.

Algumas em fonte fria
Escondem-se enquanto é dia
Saem só ao escurecer
Outras, debaixo da terra
Nas grutas verdes da serra
É onde se vão esconder.

O vestir... são tais riquezas
Que rainhas nem princesas
Nenhuma assim se vestiu
Porque as riquezas das fadas
São sabidas e celebradas
Por toda a gente que as viu.


Quando a noite é clara e amena
E a lua vai mais serena
Qualquer um... as pode espreitar.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A PSICOLOGIA DA FÁBULA " A PRINCESA E O SAPO"


A mensagem que é transmitida salienta a necessidade de aceitarmos as várias formas com que as relações podem surgir nas nossas vidas. Pretende levar as crianças a aceitar as diferenças, a procurar a empatia e a valorizar os afectos, num crescimento harmonioso, coeso, com identidade sólida capaz de aceitar os outros, adequando expectativas e preparando-se para a vida adulta, que terá de ser mais responsável, com limites e regras.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A PRINCESA E O SAPO

Ilustração feita pela Eliana Pereira.
Ilustração feita pelo Marco Silva.

Ilustração feita pela Érica Fernandes.

Alunos da profª Patrícia (1º ano/ Atães)



A PRINCESA E O SAPO

Há muito tempo, quando os desejos funcionavam, vivia um rei que tinha filhas muito belas. A mais jovem era tão bela que o sol, que já viu muito, ficava atónito sempre que iluminava o seu rosto.
Perto do castelo do rei, existia um bosque grande e escuro, no qual havia um lago sob uma velha árvore.
Quando o dia era quente, a princesinha ia ao bosque e sentava-se junto à fonte. Quando se aborrecia, pegava na sua bola de ouro para jogar. Essa bola era o seu brinquedo favorito. Porém, aconteceu que, uma das vezes que a princesa jogou à bola, esta caiu directa na água.
A princesa viu como ela ia desaparecendo no lago, que era profundo, tanto que não se via o fundo. Então começou a chorar cada vez mais e não se consolava; de tanto se lamentar alguém ouviu e disse-lhe:
- Que te aflige, princesa? Choras tanto que até as pedras sentiriam pena!
Olhou o lugar de onde vinha a voz e viu um sapo a colocar a sua enorme e feia cabeça fora da água.
- Ah! és tu, sapo - disse.

- Estou a chorar porque a minha bola de ouro caiu no lago.
- Calma, não chores - disse o sapo - posso ajudar-te; contudo, que me darás se te devolver a bola?
- O que quiseres, querido sapo - disse ela - as minhas roupas, as minhas pérolas, as minhas jóias, a coroa de ouro que levo.
O sapo retorquiu:
- Não me interessam as tuas roupas, as tuas pérolas nem as tuas jóias, nem a tua coroa. Mas prometes deixar-me ser o teu companheiro e brincar contigo, sentar ao teu lado na mesa, comer em teu pratinho de ouro, beber de teu copinho de prata e dormir na tua cama? Se me prometeres isto, eu descerei e trarei a tua bola de ouro!
- Oh! Sim- repondeu ela – prometo-te tudo o que quiseres se me devolveres a minha bola.

Entretanto pensou “Fala como um tolo. Tudo o que faz é sentar-se na água com outros sapos a coaxar. Não pode ser companheiro de um ser humano!”.
O sapo, uma vez confirmada a promessa, meteu a cabeça na água e mergulhou. Pouco depois, voltou nadando com a bola na boca, lançando-a na grama. A princesinha estava encantada de ver o seu precioso brinquedo outra vez! Colheu-a e saiu a correr com a bola.
- Espera, espera - disse o sapo - leva-me contigo. Não posso correr tanto como tu!
De nada serviu coaxar atrás dela tão forte quanto pôde. Ela não o escutou e correu para casa, esquecendo o pobre sapo, que se viu obrigado a voltar ao lago outra vez.
No dia seguinte, quando ela sentou à mesa com o rei e toda a corte, estava comendo no seu pratinho de ouro e algo veio se arrastando:
“ splash, splish splash” - pela escada de mármore.
Quando chegou ao alto, chamou à porta e gritou:
- Princesa, jovem e bela princesa, abre a porta.
Ela correu para ver quem estava lá fora. Quando abriu a porta, o sapo sentou-se diante dela e a princesa bateu a porta. Com pressa, tornou a sentar, mas estava muito assustada. O rei deu-se conta de que o seu coração batia violentamente e disse:
- Minha filha, por que estás tão assustada? Há algum gigante aí fora que te quer levar?
- Ah! Não - respondeu ela - não é um gigante, senão um sapo.
- O que quer o sapo de ti?

Contos, fábulas e historinhas: O Príncipe Sapo
- Ah! querido pai, estava a jogar no bosque, junto ao lago, quando a minha bola de ouro caiu na água. Como gritei muito, o sapo devolveu-ma e, porque insistiu muito, prometi-lhe que seria meu companheiro; porém nunca pensei que ele seria capaz de sair da água.
Entretanto o sapo chamou à porta outra vez e gritou:
- Princesa, jovem princesa, abre a porta. Não te lembras do que me disseste junto ao lago?
Então o rei acrescentou:
- Aquilo que prometeste, deves cumprir. Deixa-o entrar.
Ela abriu a porta, o sapo saltou e seguiu-a até à sua cadeira. Sentou-se e gritou:
- Sobe-me contigo.
Ela ignorou-o, até que o rei lhe ordenou que o levasse. Uma vez que o sapo estava na cadeira, quis sentar na mesa. Quando subiu, disse:
- Aproxima o teu pratinho de ouro, porque devemos comer juntos!
Ela fê-lo, porém via-se que não era de boa vontade. O sapo aproveitou para comer, enquanto ela enjoava a cada bocado. Em seguida, disse o sapo:
- Comi e estou satisfeito, mas estou cansado. Leva-me para o teu quarto, prepara tua caminha de seda para dormirmos juntos.
A princesa começou a chorar porque não gostava da ideia de que o sapo ia dormir na sua preciosa e limpa caminha. O rei aborreceu-se e repreendeu a princesa, sua filha:
- Não devias desprezar àquele que te ajudou quando tinhas problemas.
Assim, ela pegou no sapo com dois dedos e levou-o para cima, mas deixou-o num canto. Quando estava na cama, o sapo arrastou-se até ela e informou-a:
- Estou cansado, eu também quero dormir, sobe-me senão conto ao teu pai.
A princesa ficou, então, muito aborrecida.
- Cale-se, bicho odioso - vociferou ela.
- Quero um beijo de boa noite – pediu-lhe o sapo.
Ela beijou-o e ele transformou-se num príncipe de preciosos olhos. Por desejo de seu pai, ele passou a seu companheiro e marido. Ele contou como havia sido encantado por uma bruxa malvada e que ninguém poderia livrá-lo do feitiço excepto ela. Também disse que no dia seguinte iriam todos juntos ao seu reino. Foram dormir e, na manhã seguinte, quando o sol os despertou, chegou uma carruagem puxada por 8 cavalos brancos com plumas de avestruz na cabeça. Estavam enfeitados com correntes de ouro. Atrás estava o jovem escudeiro do rei, Henrique. Henrique havia sido tão desgraçado quando seu senhor foi convertido em sapo que colocou três faixas de ferro rodeando o seu coração, para se acaso estalasse de pesar e tristeza.
A carruagem ia levar o jovem rei ao seu reino. Henrique ajudou-os a entrar e subiu atrás de novo, cheio de alegria pela libertação e, quando já chegavam a fazer uma parte do caminho, o filho do rei escutou um ruído atrás de si como se algo tivesse quebrado. Assim, deu a volta e gritou:
- Henrique, o carro está a romper-se.
- Não, meu amo, não é o carro. É uma faixa no meu coração; coloquei-a por causa da minha grande dor quando eras sapo e prisioneiro do feitiço.
Duas vezes mais, enquanto estavam no caminho, algo fez ruído e cada vez mais o filho do rei pensou que o carro estava a romper. No entanto, eram apenas as faixas que estavam a desprender-se do coração de Henrique, porque o seu senhor estava livre e era feliz.


(Fábula)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

QUADRAS DE NATAL


Vêm aí as prendinhas.
Alegram-se as crianças.
Nasceu o Menino Jesus,
Que nos enche de esperanças.

Diogo

No Natal, juntamo-nos em família
À volta de uma grande mesa.
Brindamos com alegria
Toda a noite, até ser dia.

Flávio

O dia de Natal é tão lindo,
Mas torna-se pequenino!
Em todo o mundo, é celebrado
O nascimento do Menino.

Catarina

É dia de Natal!
A neve cai sem parar!
Pois vem o Pai Natal
Que tem presentes para dar.

João

Numas palhinhas deitado,
Abriu os olhos à luz:
Loiro, gordinho e rosado
Nasceu o Menino Jesus.

Jéssica

E.B.1 de Atães 2º Ano
Professora: Inês Costa

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A MAGIA DO NATAL... NO JARDIM DE INFÂNCIA DE CODECEDA!


Estrelas, muitas, muitas, muitas...

A sala estava toda a brilhar!


Cantámos, jogámos, representámos e fizemos magia!

O menino Jesus nasceu e nós também festejámos!


Os nossos pais também participaram!

Muito bom foi o lanche que todos partilhámos, onde não faltaram as óptimas iguarias da época.



No final, chamamos o Pai Natal; ele chegou com o saco cheio de prendinhas.

Uma para a Maria, outra para a Isabel, uma para a Sofia e também para o Manuel...

O Pai Natal trouxe muita alegria ao distribuir brinquedos a todos.